Você ainda tem certeza de que quer um iPhone?

7 07 2009





QR Code

5 07 2009

Imagine-se andando na rua e sem mais nem menos se deparar com isso em um aviso ou anúncio publicitário:

qrcode

      Pois os japoneses nem precisam imaginar, isso já ocorre com eles. Estes são os “QR Code”.
      O que são? Na verdade os QR Code são uma espécie de código de barras, porém com uma grande diferença, os QR Code guardam muito mais dados. Enquanto o código de barras guarda apenas 13 dígitos numéricos os QR guardam 7089 e ainda há a vantagem de usar caracteres alfanuméricos.
      A leitura é peculiar, basta um smartphone, que aceite o software leitor, com câmera. Aponte a câmera e “clik”. Pronto! O leitor vai decifrar o código e mostrando as informações contidas no QR.
      Esse códigos 2D vem atiçando a curiosidade de todo mundo que tenha um smartphone. O aumento na área vem possibilitando o crescimento de tal tecnologia que vem sido muito utilizado por anúncios publicitários.
      Um cartaz, uma propaganda na TV, ou na internet e no canto um QR Code para acessar dados exclusivos! Isso é a maior benção da propaganda, fazendo o consumidor ter um contato com o produto, como se fosse o primeiro amor!
Com ele podemos acessar sites, ver complementos de assuntos… (descubra o resto deste parágrafo com o QR Code)

qrcode

 

Em um futuro não muito distante o QR Code fará parte da vida social do brasileiro, empresas já estão implementado a tecnologia para controle funcionários. O Cinemark pretende vender ingressos pela internet, invés de imprimir a pessoa recebe direto no celular o QR Code, para entrar basta passar em uns dos leitores, simples!
Você pode criar seu próprio QR Code através do site abaixo, lá você também encontra o modo de baixar o leitor para o celular:

http://qrcode.kaywa.com/

http://reader.kaywa.com/getit

Lembre-se que você não paga para ler o QR Code, mas pela tarifa de acesso a web.
A tecnologia que vem crescendo e …

qrcode





Criança, o novo alvo!

17 05 2009

menino

Nos últimos meses na facu, tivemos o maior trabalho! O interdisciplinar tomou conta de tudo e de todos,  nos estressando e literalmente quase nos levando a órbito(se já não o fez). Com tema: Criança , Adolescente e a mídia. De que forma a mídia interfere no crescimento do conhecimento e senso crítico de ambos os seres? O trabalho foi árduo, mas que valeu apena.

De acordo com o Estatuto da Criança e Adolescente, descobrimos que a maioria dos canais de televisão estão passando propagandas em horários inapropriados.  Tendo em conta, conforme assinalado na Declaração dos Direitos da Criança, “a criança, em virtude de sua falta de maturidade física e mental, necessita de proteção e cuidados especiais, inclusive a devida proteção legal, tanto antes quanto após seu nascimento”. Mas o que vemos nas emissoras são a tomada de decisões na “contra mão”, tanto do Estatuto quanto com a Declaração.

A criança tem um entendimento muito literal, ela acredita em tudo o que é dito. Até os dez anos de idade ela não distingue o programa de televisão da publicidade. Só aos doze anos é que ela desenvolve um entendimento do caráter persuasivo dessas mídias. A criança e o adolescente têm aprendido a falar mais de uma língua, o “internetês” e o” televisouês”, como essa criança vai interpretar e saber escolher o que é melhor sem ter um senso critico bom? Por isso é vital o papel da família, da sociedade e do Estado para dar uma boa educação a eles.

Mas até onde vem sido cumprido o que é dito no estatuto? De acordo com o CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária houve cerca de 75 casos de propagandas ferindo o Estatuto da Criança e do Adolescente só no ano de 2008.

 3

Tomando em conta que uma campanha publicitária “rode” em torno de 30 dias 75 é um numero bastante considerável. Acesse o site do CONAR e veja mais de 30 casos ferindo os direitos da criança: http://www.conar.org.br/

Sabendo o poder que tem, a mídia posiciona o seu alvo em direção dos pequenos, pois sabem que 80% deles influenciam aos pais a comprar determinado produto. Sem o controle dos pais nas mesmas eles acabam gerando futuros consumidores compulsivos, fazendo a ideologia de mercado sobrevalecer se sobre a cidadania. As emissoras têm de apresentar a classificação etária a determinado tipo de programação, cabe aos pais observar e colocá-las em pratica.

Mas quais são os efeitos provocados por essa exposição das crianças na mídia? Se formos analisar, algumas etapas da vida são aceleradas, a infância e a adolescência se aproximam precocemente de mundo adulto,  como comportamento agressivos, erotização, entre outros.

Veja este vídeo do Conselho Federal de Psicologia:

Em breve posto o documentário aqui.





Conceito Live Advert

12 05 2009

               Um dia desses decide tirar a Oi TV de casa, na verdade nem cheguei a tê-la. Motivo: o técnico deu mil e uma desculpas dizendo que não poderia instalar, acredita que ele queria passar o cabo pelo apartamento do vizinho?!

                Para tapar o buraco, a boa e velha SKY! Para mim não tem melhor, liguei, adquiri, esperei o técnico, vem e pronto! SEM SKY, a sínica, opa! A síndica não deixa instalar a antena como eu fico? Tô pensando em ir até a justiça, ir atrás dos meus direitos!

                O que me fez ficar mais sad ainda na situação, foi ver o famoso comercia da SKY HDTV com a Gisele Bündchen! Noh, para mim um dos melhores, do ano! A Criatividade de trazer aquilo que é ireal para o real, essa idéia do virtual invadindo o real, foi uma das melhores do ano.

                O conceito de reality show não fica somente no contexto de progamas de TV, o novo comercial da SKY pode-se dizer que foi baseado neste conceito, porém houve um pioneiro na historia (pelo menos até onde eu sei).            

A empresa de T-mobile fez um (live) comercial na Liverpool Street Station, onde os dançarinos se faziam de pessoas normais, porém aos poucos todos compartilhavam a mesma energia, esse era o conceito da T-mobile, Life’s for sharing, a vida é para ser compartilhada.

Semelhanças entre os dois há, mas para dizer que os dois são a mesma merda, não!